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2 - Travessia marítima até aos Açores

28 beliches disponíveis

Destino: Lisboa Portugal - São Miguel, Açores

Datas: 8 Junho (Embarque 1600h) – 17 Junho (Desembarque 1000h)

Milhas: 800

Destaques da viagem

  • Viaje com conforto no recém-renovado Santa Maria Manuela
  • Parta da ponte 25 de Abril de Lisboa
  • Navegue 800 milhas náuticas com o habitual vento de norte dos Açores
  • Experiência prática de navegação ecológica em todos os aspectos da vida do navio
  • Observe baleias e golfinhos, pesque, partilhe histórias de navegação no bar ou perca-se num bom livro
  • Apoie o nosso projeto de ciência de cidadania para reforçar a consciencialização sobre o problema do lixo marinho
  • Após desembarcar, passe alguns dias a explorar os vulcões de São Miguel e a nadar nas piscinas de lava

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Descrição da viagem

Em 2016, a National Geographic Traveller elegeu o arquipélago dos Açores como o local mais bonito do mundo e não há melhor forma de ver estas ilhas do que a bordo do Santa Maria Manuela.

Esta travessia em águas azuis de 800 milhas náuticas é uma ótima experiência de navegação num veleiro. O vento habitual durante esta viagem é de norte, por isso esperamos navegar sempre com o vento na nossa popa, tal como foi projetado para navegar há 80 anos, quando partiu para Newfoundland nas expedições ao bacalhau.

Não há nada que a nossa tripulação goste mais do que partilhar os seus conhecimentos sobre navegação com os nossos hóspedes. Além disso, irá encorajá-lo a envolver-se ativamente em todos os aspectos da vida do navio. Voluntários para içar a âncora e armar as velas para alcançar a melhor velocidade são sempre bem-vindos. A sensação de conduzir um veleiro de 67m, juntamente com a sensação de que ele responde ao comando do leme, é algo para saborear eternamente.

As aulas de nós são uma ótima forma de aprender uma nova competência ao mesmo tempo que partilha histórias de navegação com os companheiros de viagem, e se o tempo permitir, há a possibilidade de subir ao mastro ou relaxar na rede do gurupés. Uma bebida ao pôr do sol no convés é a forma perfeita de terminar cada dia.

O ano de 2019 marcou o 35º aniversário da proibição da caça à baleia nos Açores. Desde a proibição, o número de baleias aumentou e regressaram em grande número aos seus antigos locais de alimentação nos Açores. Ao deixarmos as ilhas, podemos ter sorte e avistar uma dessas criaturas magníficas. Os cachalotes são as espécies residentes, sendo que as baleias azuis, comuns e sei, e os golfinhos roaz, golfinhos malhados do Atlântico e golfinhos comuns também são espécies comuns nesta época do ano.

Enquanto tenta avistar baleias ao pôr do sol, será provavelmente impossível não se deixar cativar pela beleza e poder do oceano. À medida que nos aventuramos mais no Oceano Atlântico, pode parecer igualmente impossível que o homem tenha causado qualquer impacto negativo sobre uma extensão de água tão remota. É nesta altura que, graças ao apoio dos nossos parceiros da Waste Free Oceans, convidamos os nossos hóspedes a participarem no nosso projecto de ciência de cidadania para ajudar a avaliar a pureza das águas em que navegamos. Em intervalos durante a viagem, lançaremos uma pequena rede de arrasto para capturar o que está a flutuar no oceano, seja plâncton, peixes ou pequenos pedaços de lixo marinho e microplásticos. Muitas pessoas consideram chocante encontrar provas do impacto do homem no meio ambiente a centenas de quilómetros da costa, mas ver isso tem um efeito poderoso, inspirando-nos a agir. A sua contribuição ajudará a reforçar a consciencialização e a inspirer a mudança.

Terminamos a nossa viagem em São Miguel, a maior das ilhas dos Açores, onde, se sobrar tempo depois do desembarque, vale a pena programar alguns dias extra para visitar as ruas de calçada portuguesa de Ponta Delgada. Abundam os excelentes restaurantes de peixe, e as Furnas com o seu lago de crateras coloridas e fontes termais são um chamariz para o viajante aventureiro. É aqui que o "cozido", um rico ensopado de carnes e vegetais, cozinha lentamente no calor geotérmico do solo, a um metro de profundidade, durante sete horas. Reza a lenda que os lagos das crateras gémeas das Sete Cidades foram formados pelas lágrimas derramadas por um casal de namorados: uma princesa de olhos verdes e um pastor de olhos azuis. Depois, tem a opção de nadar na piscina com cascata da Caldeira Velha e passear na reserva natural da Lagoa do Fogo.

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